quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

Ana Maria de Freitas Rocha em mês de apresentações dos escritores GAEB e suas obras publicadas.

     
              Ana Maria de Freitas Rocha     
(Silvânia – GO. 02.08.1958). Filha de José Gregório de Freitas e Alice Constantino dos Santos Freitas. Iniciou seus estudos em Leopoldo de Bulhões (GO) e continuou em Anápolis (GO):             Formada em Letras pela Associação Educativa Evangélica (AEE), atualmente, Uni-Evangélica e em Teologia pelo extinto Instituto de Teologia “Santo Tomás de Aquino.” Pós - graduada em Produção de Texto para o I Grau e Docência Universitária. Professora de Língua Portuguesa e Educação Religiosa na rede estadual de ensino. Casada com o escritor David Pereira da Rocha.
Escreve desde os doze anos de idade. Contribuições literárias em jornais como “O Silvaniense”, “A Tribuna de Silvânia”, e “O Correio do Planalto”, de Anápolis. Participou da Coletânea “Anápolis Centenária” (2007), livro lançado em comemoração pelos cem anos de Anápolis (GO). Faz parte do livro “Memórias dos Escritores – ULA” (2010).  Sócia da União Literária Anapolina (ULA) onde tem publicado vários trabalhos literários no Jornal da ULA. Co-fundadora da Academia Anapolina de Letras (ANALE), Cadeira nº 03, cujo Patrono é João Luiz de Oliveira e da Academia de Letras do Brasil seccional de Anápolis (ALBA) cadeira nº 4 cuja patronesse é  Cora Coralina..
           Publicou, em coautoria com o esposo,  o livro de poesias Meta Metades (2008). Publicou em 2010, os livros: “Simplicidade (poesia), “Nostalgia Ano 2000” (poesia) e “A Lua que o Rato Comeu” (infantil). Teve em 2011, 2013 e 2014, publicados pelo Programa Anápolis em Letras, Fatos e Imagens, da Prefeitura Municipal, os livros:  “Retratos de Emoções”- poesias; “Balaio Encantado”- poesias e “O Menino e a Lua” – infantil.  Edita o jornalzinho “Informativo Professor Faustino” e editou os livros Ensaios Poéticos I (2012) e II ( 2013) – coletânea de poemas dos alunos - ambos do colégio onde trabalha 


NOSTALGIA ANO 2000
     Um olhar profundo e avaliativo da autora por sobre a devastação sistemática e indiscriminada do ecossistema, que vem ocorrendo no planeta: Caça predatória, queimadas, desmatamentos, liberação de gases poluentes, contaminação de rios, lagos e oceanos, colocando a terra em estado crítico. É um alerta sério para que se tome uma atitude consciente e proativa antes de soar a trombeta final e termos de fugir para o espaço sideral em busca de outro mundo, para também o destruirmos...                   

META-METADES:
Livro que narra de forma leve e poética sobre duas metades que se procuram, se encontram e se unem formando um todo completo, perfeito.  Não apresenta uma fórmula infalível para que um casal se sinta realizado e feliz, apenas experiências que, como bússola, aponta a direção certa a seguir... 



SIMPLI©IDADE: Retrata três estágios marcantes do crescimento corporal, intelectual e moral do eu lírico. O primeiro estágio é o da simples idade: a primeira infância, as primeiras impressões, primeiros ensinamentos, primeiros passos, primeiras sensações, primeiras chuvas... O segundo estágio é o da simples cidade: lugar onde nasceu, o bom convívio com as pessoas simples, amigas e honestas do lugar. O terceiro estágio é o da simplicidade: das coisas vividas sem levar em conta estar descalça ou calçada com “havaianas”; se o vestido era de grife ou confeccionado pela mãe... 
págs. 124 - gênero: Poesia.

             O MENINO E A            LUA
                                                     
É a história engraçada de um amor platônico. Um menininho, que entre um e dois anos de idade, se apaixona pela lua!  E toda vez que a vê no céu, canta-lhe uma canção ao som do pequeno violão. E quando não a vê, fica revoltado e até chora de saudades...

A Lua que o Rato Comeu
A LUA QUE O RATO       COMEU
Narra a história de Mariana, uma menina em sua primeira viagem de férias, em companhia de sua madrinha para visitar uma tia que mora numa fazenda próxima de Redenção, no Pará. As curiosidades e descobertas da criança pelo caminho. E a inocência dela ao acreditar na brincadeira dos primos, que um rato havia comido um pedaço da lua, que se apresentava no céu em quarto - crescente, e suas     conseqüências disso! 
RETRATOS DE EMOÇÃO:RETRATOS DE EMOÇÃO: “UMA FOTO VALE POR MIL PALAVRAS”. O eu lírico se vale da segunda opção do adágio popular e, abrindo sua câmara escura, vai nos revelando imagens nítidas vividas através da emoção de mil palavras. São imagens vivas e pulsantes: lugares, paisagens, sensações e acontecimentos captados pela memória da menina, da moça e da mulher através das lentes perfeitas das retinas, como um diafragma de uma “Cannon” profissional!







Postar um comentário